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A vereadora Michele Bretas (Avante) é investigada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) em Uberlândia – do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).
A informação foi confirmada pelo promotor de Justiça Daniel Marotta à reportagem nesta segunda-feira (16). Segundo ele, o procedimento foi instaurado no final de 2019. Diante do fato, Michele Bretas se posicionou.
A vereadora está no grupo minoritário dos vereadores que não foram presos em operações do Gaeco.
A investigação também refere-se ao suposto uso indevido dos recursos de verbas de gabinete em contratos com gráficas, prática que motivou a Operação “Má Impressão”, responsável pela prisão da maioria dos vereadores de Uberlândia.
O promotor explicou que, na operação desencadeada, houve uma “linha de corte” para apurar movimentações superiores a R$ 100 mil. Agora, possíveis valores menores também serão averiguados.
“Foi instaurado em dezembro. Ela foi notificada, compareceu com farta documentação, ouvimos testemunhas e proprietários de gráficas e estamos agora na fase documental. Após análise, encerraremos procedimento para arquivamento. Se não houver indício de crime, ou para iniciar ação penal se houver”, afirmou Marotta.
Via: Portal G1
Imagem: Rodrigo Scapolatempore/G1