“Justiça por Bia.” A frase estampada nas camisetas de familiares e amigos de Beatriz Vitória Aparecida Neves Mota acompanhou o velório da jovem, nesta sexta-feira (23/10), em Jaboticatubas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Entre gritos de revolta e pedidos de punição aos responsáveis, a mãe da balconista passou mal e precisou ser amparada por parentes e moradores.
Beatriz tinha 27 anos e foi encontrada morta depois de 12 dias desaparecida.
Enterro da jovem foi marcado pela última despedida.
Assista:
“Justiça por Bia.” A frase estampada nas camisetas de familiares e amigos de Beatriz Vitória Aparecida Neves Mota acompanhou o velório da jovem, nesta sexta-feira (23/10), em Jaboticatubas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Entre gritos de revolta e pedidos de punição aos responsáveis, a mãe da balconista passou mal e precisou ser amparada por parentes e moradores.
Beatriz tinha 27 anos e foi encontrada morta depois de 12 dias desaparecida.
Enterro da jovem foi marcado pela última despedida.
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— O TEMPO (@otempo) October 23, 2026
O sepultamento mobilizou moradores de uma cidade com cerca de 20 mil habitantes, segundo o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A indignação com a morte da jovem se misturou à dor da família, que acompanhou os últimos minutos da despedida em uma cerimônia de apenas 30 minutos.
O tempo reduzido foi determinado pelo estado do corpo.
Segundo as informações divulgadas sobre o caso, os responsáveis pelo crime jogaram soda cáustica sobre o cadáver, o que acelerou a decomposição e impediu a realização da tanatopraxia, procedimento usado para higienizar e conservar o corpo antes do sepultamento.
'Usaram muita soda': família explica por que velório de Beatriz Vitória terá só 30 minutos
A brutalidade do crime também abalou moradores que não faziam parte do círculo familiar da jovem.
A advogada Lucimar Alves da Silva, de 46 anos, acompanhou a despedida e cobrou a responsabilização dos envolvidos. “A cidade toda está consternada.
A justiça tem que ser feita.
Um crime grave como esse não pode passar impune”, afirmou.
Eustáquio da Silva, de 65 anos, disse nunca ter presenciado um crime tão brutal em Jaboticatubas.
Para ele, a morte de Beatriz atingiu a população porque a jovem era conhecida por seu jeito de ser. “Mexeu com todo mundo.
Ela era uma pessoa muito boa, alegre, gentil com todos”, contou.

