A disputa começou após Flávio Bolsonaro (PL) pedir à Justiça Eleitoral a suspensão do canal, utilizado para mobilização de apoiadores de Lula no segundo turno. Em 11 de outubro, Nunes Marques determinou o bloqueio em até três horas.
No mesmo dia, o TSE ordenou o restabelecimento do grupo. A sequência de decisões conflitantes levou a campanha petista a questionar a atuação de Nunes Marques. Posteriormente, o ministro autorizou a retomada do canal, mas manteve outras determinações relacionadas ao seu funcionamento, como a supervisão regulatória sobre a plataforma e a preservação dos registros relacionados ao canal.
A decisão suspende os efeitos de ordens administrativas que possam bloquear o canal, reduzir seu alcance ou limitar suas funcionalidades, mas não impede uma nova restrição determinada pela Justiça Eleitoral em processo próprio.

