Confusão teria começado após autores questionarem valor da conta e cartão ser recusado
Minas Gerais | Stéphanie Lisboa, da RECORD Minas
30/10/2026 - 13h16 (Atualizado em 30/10/2026 - 13h20 )
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Pai e filho foram conduzidos pela Polícia Militar à Delegacia de Polícia Civil depois de se envolverem em uma confusão dentro de um bar no bairro Santa Efigênia, na região Leste de Belo Horizonte, na madrugada desta sexta-feira (30). A ocorrência foi registrada pela PM como lesão corporal.
Um garçom de 67 anos foi agredido durante a briga. O caso aconteceu por volta de 1h14, no estabelecimento, localizado na Avenida do Contorno. Segundo o registro policial, os militares encontraram o homem, de 48 anos, com um ferimento na cabeça. Ele estava acompanhado do filho, de 19 anos. Ambos apresentavam sinais de embriaguez.
Como aconteceu
De acordo com o relato da gerente do estabelecimento, pai e filho estavam no bar quando começaram a se desentender com outros clientes. Antes da confusão, o grupo teria consumido uma garrafa de bebida, dez doses de cachaça e 13 cervejas. A conta chegou a aproximadamente R$ 1.400.
Os clientes questionaram o valor, e houve um desentendimento no momento do pagamento. A tentativa de pagamento com cartão não foi autorizada. Um dos integrantes do grupo informou que faria o acerto em dinheiro e que tinha o valor disponível. Foi então que a gerente pediu a um garçom que finalizasse a conta. Nesse momento, pai e filho teriam ido atrás do funcionário e iniciado as agressões físicas contra ele.
Outros clientes que presenciaram a situação intervieram em defesa do garçom, dando início a uma briga generalizada. Durante a confusão, o homem de 48 anos caiu no chão e bateu a cabeça. O garçom sofreu um corte na cabeça, enquanto o jovem de 19 anos apresentava escoriações pelo corpo.
O pai e o filho foram socorridos pelo Samu e encaminhados para atendimento médico. O garçom também recebeu atendimento no Hospital João XXIII. A equipe de segurança do bar também teria presenciado as agressões contra o funcionário.
O garçom não quis aguardar o registro da ocorrência nem manifestar interesse em representar criminalmente contra os envolvidos naquele momento. Ele foi orientado de que tem o prazo de seis meses para formalizar a representação, conforme as circunstâncias legais do caso.
A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil.
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