Na análise do programa do Noblat, o colapso financeiro no Paraguai e a prisão relâmpago de Santiago Peña desmontaram a fantasia vendida por setores da oposição e influenciadores do mercado, que tentavam pintar o país vizinho como a “Suíça da América do Sul” para atacar o Brasil.

A quebra do banco digital Ueno, que deixou metade dos paraguaios sem acesso ao próprio dinheiro, expôs as engrenagens de um esquema de desregulação extrema com empresas das quais o próprio ex-presidente era sócio.

A bancada resgatou vídeos de Luciano Hang, João Doria e influencers de finanças elogiando a gestão de Peña dias antes de o líder vizinho ser deposto e colocado em prisão domiciliar.

Para os comentaristas, o vexame expõe a fragilidade das narrativas de quem aposta no pessimismo contra o governo federal. Enquanto opositores tentavam criar paraísos fiscais imaginários para fugir das regras brasileiras, a realidade entregou calote e crise institucional, reforçando o contraste com a solidez e a previsibilidade da economia do país sob a liderança de Lula.