Belo Horizonte — O deputado federal André Janones (Rede-MG) comemorou, nesta quarta-feira (4/11), a repercussão internacional de um dos bordões popularizados por ele durante a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A expressão “Explode!” , utilizada no grupo “Exército do Lula”, apareceu em publicações do ativista norte-americano Isaiah Martin, aliado do Partido Democrata, durante as eleições de meio de mandato dos Estados Unidos.

“Somos internacionais 😎”, comemorou Janones ao compartilhar as publicações no grupo de WhatsApp, que reúne milhões de apoiadores do presidente brasileiro.

Na terça-feira (3/11), dia da votação nos Estados Unidos, Martin incentivou a participação dos eleitores com uma referência ao Brasil. “Vote como um brasileiro hoje! EXPLODE! “, publicou no X (antigo Twitter).

Vote like a Brazilian today!!!!!! EXPLODE!!!!! — Isaiah Martin (@isaiahrmartin) November 3, 2026

Horas depois, em meio ao avanço dos democratas na apuração, o ativista voltou a utilizar a expressão e agradeceu aos brasileiros. “Obrigado, Brasil, por nos mostrar o caminho! EXPLOOOOODE!”, escreveu.

O bordão foi popularizado por Janones durante a campanha presidencial brasileira, quando o parlamentar passou a utilizar o “Exército do Lula” para mobilizar apoiadores do petista nas redes sociais. A expressão se tornou uma das marcas das mensagens divulgadas pelo deputado, que chegou a ser convidado para coordenar campanhas eleitorais em outros países.

Eleições nos Estados Unidos

As publicações ocorreram durante as eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, conhecidas como midterms, realizadas nessa terça-feira (3/11).

As projeções divulgadas nesta quarta-feira apontavam maioria democrata tanto na Câmara dos Representantes quanto no Senado, em um resultado que representa uma derrota política para o presidente Donald Trump.

O pleito renova as 435 cadeiras da Câmara, 35 vagas do Senado e define os governadores de 36 estados. A mudança no controle do Congresso pode ampliar a capacidade dos democratas de fiscalizar o governo e dificultar a aprovação de propostas da administração republicana.