A forte chuva que atingiu Belo Horizonte, na noite dessa sexta-feira (30/10), expôs, mais uma vez, vazamentos que inundaram rampas e corredores do Hospital Júlia Kubitschek, no Barreiro, em Belo Horizonte. De acordo com a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), responsável pela unidade, foi necessário remanejar alguns pacientes, como medida de segurança.

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Vídeos enviados ao Estado de Minas mostram a água invadindo diferentes áreas da unidade de saúde. Pelas imagens, é possível ver grande quantidade de água vazando do teto, além de rampas e corredores molhados, com risco de acidentes para funcionários e pacientes.

Outros registros mostram baldes e lixeiras usados para conter o volume de água que jorra do teto. Esta não é a primeira vez que a chuva causa transtornos na unidade de saúde. Em 3 de outubro, o Estado de Minas também recebeu vídeos com situações semelhantes às provocadas pelas chuvas de ontem.

Procurada, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), responsável pelo Hospital Júlia Kubitschek, informou, em nota, que, em virtude da ocorrência, foi necessário remanejar alguns pacientes do local, por medida de segurança. Porém, não houve cancelamento de cirurgias e interrupção de atendimentos.

“Os vazamentos de ontem atingiram, especialmente, a Unidade de Emergência e rampas. As equipes de manutenção atuaram na contenção da ocorrência, com limpeza, proteção dos ambientes e realização dos ajustes necessários. Os locais permanecem sob acompanhamento técnico”, ressaltou.

A Fhemig destacou ainda que a obra no telhado do hospital é “uma intervenção estrutural de grande importância, necessária para solucionar problemas de infiltração na unidade e garantir melhores condições de segurança, conservação e funcionamento da estrutura hospitalar”.

Porém, “por ser executada em etapas, a retirada da cobertura antiga e a instalação do novo sistema deixam alguns trechos temporariamente mais suscetíveis à entrada de água, especialmente durante chuvas intensas, apesar das medidas provisórias de proteção adotadas”, completou.

Por fim, a fundação afirma que a obra continua de forma setorizada, com prioridade para as áreas mais críticas, e “sua conclusão permitirá ao hospital contar com uma cobertura integralmente renovada, proporcionando melhores condições de infraestrutura e prevenindo a recorrência dos problemas de infiltração”.