Índice de 5,2% representa valor mais baixo para o trimestre na série histórica. Dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Economia | Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

30/10/2026 - 09h02 (Atualizado em 30/10/2026 - 12h22 )

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A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,2% no trimestre encerrado em setembro. O resultado representa o menor valor para o período desde o início da série histórica, iniciada em 2012. Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (30) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A pesquisa mostra que 5,6 milhões de brasileiros estavam sem emprego até setembro . E, na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, houve queda de 6,9% — equivalentes a cerca de 417 mil pessoas.

A população ocupada também é a maior na série histórica , com 103,6 milhões de pessoas no intervalo considerado, alta de 0,6% no trimestre e aumento de 1,2% no ano.

📌 A taxa de desemprego, segundo o IBGE, representa a quantidade de pessoas com idade para trabalhar — acima de 14 anos — e que não estejam em atividade, mas disponíveis e à procura de emprego.

Carteira assinada

Em relação aos trabalhadores do setor privado com carteira assinada , o período registrou estabilidade, comparado ao trimestre e a anos anteriores, com 39,4 milhões de empregados. Frente ao intervalo de abril a junho de 2025, também houve estabilidade.

Ainda sobre os empregados do setor privado, mas sem carteira assinada , o cenário permaneceu estável, com 13,7 milhões de trabalhadores nessa condição.

Renda média dos trabalhadores

Assim como no caso dos outros indicadores, o rendimento real habitual de todos os trabalhos cresceu 3,6% no ano (mais R$ 131) e chegou a R$ 3.790. Na série histórica da pesquisa, esse é o maior valor registrado para o mês .

Ao mesmo tempo, o valor anual da massa de rendimento real habitual chegou a R$ 387,5 bilhões no trimestre encerrado em junho de 2026. O resultado também foi o maior da série histórica , com alta de 1,5% no trimestre e de 4,7% no ano.

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