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Alta dos preços dos alimentos revolta consumidores: ‘Assalariado que fizer compra não paga água nem luz’

Com o anúncio da nova estimativa da inflação para o ano, uma projeção de 3,25%, tem muita gente se perguntando como, com o valor abaixo da meta, alguns preços estão tão altos. É o caso dos alimentos, que viraram a grande dor de cabeça para o consumidor mineiro. Na saída dos supermercados, a reclamação é geral.

“Isso é um abuso. Você entra no supermercado e vai fazer uma compra superinflacionada. O arroz então… Não tem justificativa. Acho que esses preços são abusivos. O assalariado hoje, com R$ 1.045, não faz compra. Se ele fizer compra, não paga (conta de) água nem de luz”, diz o administrador Cláudio Júnior Miranda, de 46 anos.

A diarista Rosinéia Gonçalves Alvarenga, 54 anos, diz que compra somente o necessário, já que não pode deixar de comer. “Está caríssimo. Aumentou tudo em todos os supermercados. Olharam tudo, mas no supermercado mesmo ninguém olhou nada. Os preços estão todos altos, caríssimo e o governo não olhou nada, porque está tudo caro demais. Aumentou foi tudo: frutas, legumes, produtos de limpeza”, diz, lembrando que o salário dela não teve reajuste. “Os donos de supermercados estão ficando ricos e nós estamos se ferrando”, completa.

Já a estudante Larissa dos Santos, de 21 anos, percebe uma manutenção dos preços nos últimos dois meses, mas em um patamar elevado. Para amenizar o impacto, ela divide as compras no cartão de crédito. “É para poder levar uma maior quantidade de coisas”, diz.

O empresário Olavo Gonçalves, 45 anos, também reclama e lembra que o faturamento continua o mesmo. “A gente está na luta, trabalhando, mas para ganhar a mesma coisa”.

Se os alimentos estão com preços tão altos, como a inflação está abaixo da meta? Essa é a questão que muita gente não consegue entender. Por isso, a Itatiaia ouviu o professor de finanças dos cursos de Ciências Contábeis e Administração da Newton Paiva, Lúcio Flávio Bicalho. Ele explica que a inflação geral é uma média de diversos índices. Por isso, não necessariamente reflete apenas a situação de um deles, nesse caso da alta dos alimentos.

Bicalho aponta a falta de matéria-prima em alguns setores e a alta do dólar como causas da disparada de preços no Brasil. “Temos ainda o aumento da demanda interna e externa por alimentos. Então, quando a gente vai ao supermercado parece que os preços subiram mais. A gente tem essa impressão  porque, os índices, na verdade, são uma média de todos os produtos e serviços de um segmento e não só dos alimentos. E, nesse momento, estamos vendo uma pressão inflacionária maior exatamente sobre os alimentos, especialmente os da cesta básica, como arroz, feijão, as carnes. Isso porque alguns alimentos estão com problema na produção, em função desse momento atípico que estamos passando”, diz o professor, que cita também o auxílio emergencial.

“Outro motivo é o auxílio emergencial pago pelo governo federal a um grande número de brasileiros. Esse recurso está sendo direcionado, principalmente, para a compras nos supermercados. Isso explica o aumento nas vendas de algo em torno de 15%, mesmo nesse período de pandemia”, diz. Apesar os aumentos, ele diz que o Brasil deve encerrar o ano com uma inflação abaixo do centro da meta de 4% estipulada pelo Banco Central.

 

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