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Uma pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) apontou um crescimento nas avaliações negativas do governo de Jair Bolsonaro. A pesquisa foi realizada pelo instituto MDA, entre 22 e 25 de agosto, e ouviu a opinião de 2002 pessoas. De acordo com os dados, 29,4% dos entrevistados avaliou o governo como ótimo ou bom, na pesquisa anterior, realizada em fevereiro, o índice era de 38,9%. E o percentual de quem avalia o governo como ruim ou péssimo cresceu de 19% para 39,5%.
A aprovação pessoal do presidente ficou em 41%, e a desaprovação em 53,7%. Também foi perguntado sobre as melhores ações do governo, que foram: o combate a concepção (29,6%), medidas para o setor de segurança (27,5%), fim do horário de verão (18,1%) e a redução do número de ministérios (16,1%). Já as piores ações do governo Bolsonaro, de acordo com os entrevistados, foram: decreto de liberação de posse e porte de armas (39,1%), uso de palavras ofensivas (30,6%) e o contingenciamento de verbas da educação (28,2%).
Para 72,7% dos entrevistados, a decisão de Bolsonaro nomear um de seus filhos à embaixada do Brasil nos Estados Unidos não é adequada, pois ele não deveria nomear membros da família para cargos como esse. Já para 21,8%, é uma decisão adequada, porque o presidente tem a prerrogativa de indicar qualquer pessoa.
A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos, com 95% de confiança.