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A campanha Alerta Verde do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais permanecerá durante todo o mês de março. Este é o momento oportuno para reforçar as ações de vistoria e conscientização da população para a limpeza dos terrenos, pois é exatamente no período chuvoso que a vegetação cresce significativamente, potencializando os incêndios.
O CBMMG conta mais uma vez com os veículos de imprensa parceiros pra nos ajudar na divulgação desta campanha que pode reduzir expressivamente os focos de incêndio no período de estiagem. A ação conjunta com a imprensa e população pode resultar numa melhor qualidade no ar que respiramos, evitando problemas respiratórios em tempos de superlotação nos hospitais.
Você sabia que mais de 41% das ocorrências de incêndio em vegetação atendidas pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) são de incêndios em lotes vagos? De um universo de 20.741 ocorrências atendidas, no ano de 2020, em todo o estado, 8.601 são de incêndios em lotes vagos, seguido de 4.726 em área urbana não protegida e 3.240 focos em área rural.
Incêndios em lotes vagos são de longe os mais atendidos pela corporação, estatística que levou o CBMMG a planejar uma grande campanha preventiva que foi lançada nesta semana em todo o estado. A Operação Alerta Verde surge em caráter de disseminação da cultura de prevenção, com o fim de conscientizar e mobilizar a população mineira a ser mais colaborativa em ações que podem reduzir e evitar os incêndios em lotes desocupados.
Boa parte dos incêndios em lotes vagos podem perfeitamente ser evitados, mas é necessário um esforço e envolvimento maior por parte das comunidades, no sentido de apoiar a fiscalização e denunciar práticas irregulares. A população mineira pode ser a maior aliada do Corpo de Bombeiros neste esforço de reduzir os incêndios e primar pela segurança dos moradores e qualidade do ar que respiramos.
O CBMMG traçou uma estratégia diferente, com base no plano de enfrentamento ao período de estiagem. A antecipação do pico de ocorrências de vistorias em lotes do mês de junho, onde já existe grande incidência de incêndios, para o mês de março, aumentará efetivamente o potencial de vistorias já realizadas pelas unidades operacionais, diminuindo, por sua vez, a quantidade de possíveis focos no período mais crítico.