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Com juros ainda atrativos para o financiamento, vendas de imóveis novos sobem 46% no 1º semestre


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Com juros ainda atrativos para o financiamento, vendas de imóveis novos sobem 46% no 1º semestre

O setor imobiliário vai bem mesmo em meio à crise causada pela pandemia de coronavírus.

É, pelo menos, o que revela a mais recente edição do estudo batizado de Indicadores Imobiliários Nacionais, que é feito pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção, em parceria com o Senai e uma empresa de inteligência estratégica.

Ao todo, nos primeiros seis meses deste ano, foram vendidos 127.522 novos imóveis residenciais no país, total que é 46% maior ao verificado no mesmo período do ano passado.

Na avaliação da entidade, a principal explicação para esse aumento são as taxas de juros, que apesar das recentes elevações da Selic, ainda estão atrativas para o financiamento imobiliário por pessoas físicas, na faixa de 8% ao ano.

Em relação aos lançamentos, o estudo revela que eles também aumentaram: foram 100.184 apartamentos lançados entre janeiro e junho deste ano, mais que o dobro, 57%, em relação ao mesmo período de 2020.

Mudando um pouco a base de comparação e considerando a passagem do primeiro para o segundo semestre deste ano, a alta no total de lançamentos imobiliários foi de 51%, com destaque para as regiões Norte e Nordeste, que concentraram os maiores índices de crescimento: 163% e 127,5%, respectivamente.

Apesar do bom cenário, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção alerta que não é bom para o setor o fato de o volume de vendas ter sido maior que o total de lançamentos no primeiro semestre.

A insegurança com relação aos preços pode ser uma das razões para as construtoras estarem segurando os lançamentos.

Os custos da construção civil dispararam no último na. Nos 12 meses até junho de 2021, o Índice Nacional da Construção Civil, apurado pelo IBGE, acumulou alta de quase 17%.

A renda do brasileiro, por outro lado, não aumentou nessa proporção – o que torna mais arriscado os investimentos por parte das construtoras.

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