Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Gaeco em Uberlândia investiga vereadora Michele Bretas por suposto uso irregular de verba de gabinete - Expresso FM 100,1


No comando: EXPRESSO DA MADRUGADA

Das 00:00 às 05:00

No comando: EXPRESSO RURAL

Das 05:00 às 07:00

No comando: DOMINGÃO SERTANEJO

Das 06:00 às 10:00

No comando: SERTÃO EM FESTA

Das 06:00 às 10:00

No comando: REPÓRTER EXPRESSO

Das 07:00 às 08:00

No comando: SHOW DA MANHÃ

Das 09:00 às 10:00

No comando: EXPERIÊNCIA DE DEUS

Das 10:00 às 11:00

No comando: TÚNEL DO TEMPO

Das 10:00 às 14:00

No comando: RITMOS DA EXPRESSO

Das 11:00 às 13:00

No comando: TOCA TUDO

Das 13:00 às 16:00

No comando: TARDE NOSSA

Das 13:00 às 17:00

No comando: PROGRAMAS GOSPEL

Das 14:00 às 16:00

No comando: BAILÃO DA EXPRESSO

Das 16:00 às 19:00

No comando: AO POR DO SOL

Das 17:00 às 20:00

No comando: DEIXA ROLAR

Das 18:30 às 00:00

No comando: SABADÃO SERTANEJO

Das 19:00 às 21:00

No comando: EXPRESSO NOTURNO

Das 20:00 às 21:00

No comando: NA PISTA

Das 21:00 às 00:00

No comando: VOZ DO BRASIL

Das 21:00 às 22:00

No comando: SOFT NIGHT

Das 22:00 às 00:00

Gaeco em Uberlândia investiga vereadora Michele Bretas por suposto uso irregular de verba de gabinete

A vereadora Michele Bretas (Avante) é investigada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) em Uberlândia – do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).

A informação foi confirmada pelo promotor de Justiça Daniel Marotta à reportagem nesta segunda-feira (16). Segundo ele, o procedimento foi instaurado no final de 2019. Diante do fato, Michele Bretas se posicionou.

A vereadora está no grupo minoritário dos vereadores que não foram presos em operações do Gaeco.

A investigação também refere-se ao suposto uso indevido dos recursos de verbas de gabinete em contratos com gráficas, prática que motivou a Operação “Má Impressão”, responsável pela prisão da maioria dos vereadores de Uberlândia.

O promotor explicou que, na operação desencadeada, houve uma “linha de corte” para apurar movimentações superiores a R$ 100 mil. Agora, possíveis valores menores também serão averiguados.

“Foi instaurado em dezembro. Ela foi notificada, compareceu com farta documentação, ouvimos testemunhas e proprietários de gráficas e estamos agora na fase documental. Após análise, encerraremos procedimento para arquivamento. Se não houver indício de crime, ou para iniciar ação penal se houver”, afirmou Marotta.

Via: Portal G1

Imagem: Rodrigo Scapolatempore/G1

Deixe seu comentário:

CURTA NO FACE!

Equipe

Nossas Redes