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Infectologista afirma ter esperança de que antiparasitário pode tratar covid-19

O professor de infectologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro Edimilson Migowski disse ter esperança de que seja encontrada uma novidade que amenize a gravidade da covid-19. Em entrevista ao programa Domingo Especial, da Itatiaia, o médico deu como exemplo uma análise feita por ele junto a mais de 100 pacientes que usaram o medicamento antiparasitário Nitazoxanida (mais conhecido como Anitta).

Ele afirmou estar na linha de frente do teste da Nitazoxanida como tratamento contra o vírus: “Tenho dados promissores: mais de 100 casos, de 6 a 95 anos de idade, apenas três internações, nenhuma falência respiratória e/ou necessidade de respirador. Zero óbito”, explicou o infectologista.

O médico detalhou os três casos em que o tratamento foi ineficiênte: “Tive uma internação de uma criança de 6 anos que não tomou o medicamento por já estar fazendo tratamento, e dois adultos, um obeso que tomou o remédio direitinho, mesmo assim não evoluiu bem, e o outro, de 42 anos, que era pré-diabético”.

A utilização do medicamento, segundo Migowski, é em pacientes que apresentam os primeiros sintomas da doença, ainda na chegada ao posto ou hospital. “Tenho a convicção de que, fazendo precocemente, teremos menor morbidade, menos internações e menos casos de insuficiência respiratória e mortes”.

“A gente vai agora fazer uma avaliação mais pragmática, comparando 100 pessoas que já tiveram covid-19, com mais de 60 anos e que não foram tratadas com, com o grupo que vai ser tratado com. Aí você avalia tempo de internação, número de mortos, complicações, tempo de sinais e sintomas e muito rapidamente você tem essa resposta. A minha expectativa é de que aí a gente tenha a saída [para o novo coronavírus]”, declarou.

Como funciona:

Migowski explica que, em relação ao novo coronavírus, o medicamento tem pelo menos quatro mecanismos de ação:

1- reduz a produção de interleucina 6 (que provoca a “tempestade” inflamatória);
2- reduz o metabolismo mitocondrial e, consequentemente, a capacidade das células replicarem os componentes dos vírus;
3- aumenta a produção de interferon;
4- tem a possibilidade de agir direto no vírus.

O infectologista diz que já conversou com o ministro da Saúde, Nelson Teich, e que recebeu apoio na utilização da Nitazoxanida. O governo, no entanto, ainda não se pronunciou sobre a medicação como tratamento de covid-19 no Brasil.

Fonte: Itatiaia

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