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Isolamento continua sendo principal medida para conter a Covid-19

O cenário da doença nesta quarta-feira, 03 de junho, foi atualizado às 10 horas: até o momento Minas Gerais tem 12.010 casos confirmados, 6.368 casos em acompanhamento, 5.336 casos recuperados. Em relação aos óbitos, foram notificadas 1.308 mortes, destas, 306 confirmadas para a doença, 201 mortes estão em investigação e 797 foram descartadas para a Covid-19.

Durante a coletiva virtual realizada esta semana, além da atualização do cenário epidemiológico da Covid-19 em Minas Gerais, o secretário de Estado de Saúde, Carlos Eduardo Amaral, falou sobre o R0, que é a taxa usada como parâmetro para saber se a transmissão do vírus tem aumentado ou diminuindo, pois avalia a possibilidade de transmissão do vírus por uma pessoa doente para outra. Do ponto de vista do acompanhamento de uma epidemia, se uma pessoa transmite para outra pessoa, mantemos o nível de transmissão. Se temos uma pessoa que transmite para menos de uma pessoa, entendemos que essa epidemia está em fase de remissão, desaquecendo. Por outro lado, se temos uma epidemia que uma pessoa transmite para mais de uma pessoa, entendemos que há uma tendência de crescimento. E, se essa tendência de crescimento estiver acima de 2, temos um crescimento exponencial da doença.

“Em Minas, atualmente a taxa de R0 é de 1,42, ou seja, uma pessoa transmite para 1,42 pessoas. Há uma tendência de crescimento da epidemia no Estado, mas não é um crescimento tão exponencial. Se compararmos ao início de março, quando tivemos o início do isolamento, naquele momento tínhamos a taxa de transmissão de 3,5, ou seja, uma pessoa transmitia o vírus para 3,5 pessoas. Efetivamente, de março até agora, tivemos um decréscimo muito grande da transmissão”, explica.

O secretário informou, ainda, que o acompanhamento também está sendo realizado de forma regional. “Estamos acompanhando a transmissão por macrorregiões e, aquelas macros que estão com a tendência um pouco maior, estamos entrando em contato com os secretários municipais de saúde e orientando sobre a busca de um isolamento maior, para que tenhamos casos pontuais de redução desse índice”, finaliza.

Surtos – Em relação ao acompanhamento de surtos da doença no estado, o secretário informou que a SES-MG acompanha esse fluxo e reforça as orientações aos gestores municipais. De acordo com ele, uma epidemia se propaga de duas formas: uma é por meio da propagação continuada, que é aquela caso a caso, onde uma pessoa vai transmitindo para outra; outra é a transmissão de casos pontuais (surtos), onde há transmissão da doença dentro de grupos de pessoas agrupadas, dando origem aos surtos.

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