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PF apura desvio de R$ 100 milhões de hospital de campanha de Divinópolis

Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (11), a operação “Entre amigos”,  que apura o desvio de mais de R$ 100 milhões em recursos do Hospital de Campanha e de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Divinópolis, Região Centro-Oeste de Minas. O principal alvo da investigação é a o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Social (IBDS), organização social responsável pela gestão das unidades.

Trinta mandados são cumpridos pela PF esta manhã – quatro de prisão temporária e 26 de busca e apreensão nas cidades mineiras de Divinópolis, Belo Horizonte, Oliveira, Betim, Contagem, Mateus Leme, Lagoa Santa e São Joaquim de Bicas por 112 Policiais Federais e 10 auditores da Controladoria Geral da União (CGU). O Secretário Municipal de Saúde da cidade, Amarildo de Sousa, foi afastado do cargo.

Outros 50 afastamentos de sigilo fiscal e bancário são efetivados esta manhã, além do bloqueio de mais de R$ 2 milhões em bens de nove pessoas jurídicas investigadas no inquérito.

Estado de Minas tentou contato via e-mail e telefone com a prefeitura e com IBDS, mas ainda não obteve retorno.

Irregularidades

As investigações apontam que o IBDS praticou diversas irregularidades. Por exemplo, contratações sem divulgação prévia de editais, favorecimento de empresas, compras superfaturadas, e assinatura de contratos com empresas de fachada para prestação de serviços genéricos ou fictícios.

A CGU também identificou que a instituição foi favorecida pela Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis no processo de qualificação como organização social.

O contrato de gestão firmado entre a entidade e o município, incluindo dois termos aditivos, tem valor total de R$ 103.031.420 e vigência de 60 meses. A verba é oriunda de fontes municipais, estaduais e do Fundo Nacional de Saúde (FNS).

A operação teve início a partir de uma denúncia de sobrepreço na locação de ambulâncias para o Hospital de Campanha e para a UPA de Divinópolis.

Os investigados responderão pelos crimes de Fraude em licitação, desvio de recursos públicos e associação criminosa. Uma vez condenados, podem cumprir de um a 12 anos de prisão.

Fonte:Estado de Minas

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