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Há vários dias, o jornalismo da Record chamou a atenção dos telespectadores por destacar as consequências negativas das festas de Carnaval pelo Brasil. Enquanto Globo, Band, RedeTV! e SBT cobriram os desfiles das escolas de samba, os blocos de rua e os bastidores da festa mais popular do país em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Olinda, a emissora de Edir Macedo priorizou os “efeitos colaterais” do evento.
Assim como o Câmera Record do último domingo (23), o Jornal da Record de terça-feira (25) abriu sua edição com uma reportagem sobre o consumo exagerado de álcool entre os foliões, mostrando os “flagrantes de bebedeiras” pelas ruas de São Paulo. Uma médica cardiologista foi ouvida pela reportagem, que destacou também que o consumo exagerado pode causar dependência principalmente entre os jovens.
Em outras reportagens, o jornal mostrou o caso de foliões de Olinda (PE) que foram feridos por agulhas de seringa durante as festas, a morte do bicheiro Alcebíades Paes Garcia, o Bid, após os desfiles do Rio de Janeiro, a confusão que acabou com tiros e duas pessoas feridas durante um bloco onde o DJ Diplo se apresentava, e a perda de documentos por pessoas que curtiam os blocos de ruas.
A consagração da Águia de Ouro nos desfiles de São Paulo foi mostrada em uma reportagem de pouco mais de um minuto, logo no fim do jornal, sem citar que a escola de samba homenageou Paulo Freire, educador chamado de energúmeno pelo presidente Jair Bolsonaro, amigo e irmão camarada do dono da emissora, Edir Macedo.
Fonte: RD1