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Superintendente Regional explica a campanha da vacinação contra a Covid-19


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Superintendente Regional explica a campanha da vacinação contra a Covid-19

A Regional de Saúde de Uberaba, no Triângulo Mineiro, é a unidade responsável pela distribuição das vacinas na macrorregião do Triângulo Sul. Durante uma entrevista ao programa Imbiara Notícias, da Rádio Imbiara, o superintendente da Regional de Saúde de Uberaba, Maurício Ferreira, explicou sobre como tem sido orientado aos municio para a realização da vacinação.

“Todos os municípios já tem experiência em campanhas de vacinação. Essa campanha chama muita atenção por causa do momento que nós estamos vivendo, mas não há diferença nenhuma em termos de recepção de doses de armazenamento distribuição e vacinação. A diferença, eu quero reforçar, é exatamente pelo foco que estamos tendo sobre esse momento da pandemia. Então, todos estão atentos a esse movimento, mas eu posso garantir a vocês que na questão da logística os município estão preparados para fazer esse recebimento, fazer sua organização e a sua aplicação”, disse o superintendente.

Mesmo com a mudança de gestão em muitas cidades, Maurício Ferreira explicou as diferenças. “Tivemos um rompimento de equipes e início de novas pessoas fazendo o trabalho isso gera um atraso ou alguma dificuldade de ação, mas a nossa regional de saúde faz reuniões periódicas com todos os municípios no sentido de treinar levar conhecimento as pessoas para que elas possam cumprir os seus papeis”, explicou Ferreira.

Quando as doses são entregues aos municípios esses recebem do estado uma planilha já com a definição das doses, definidas a quantidade que vai para cada grupo preferencial.

Foi questionado a ele como é feita essa definição e qual a orientação para imunizar esses grupos. “A diretriz é feita pelo Ministério da Saúde, que trabalha com números que já estão em seus arquivos. É claro que são números atualizados, então, por exemplo, todo desempenho dos municípios na última vacinação de H1N1, a vacina contra a gripe, esses números estão à disposição do Ministério da Saúde. Eles trabalham usando essa plataforma, essa base de dados, para calcular a população e faixa etária de cada município do Brasil. Quando eles mandam, por exemplo, 100 doses para atender um percentual, não é o público todo de 69 a 74 anos por exemplo. Nós temos aí uma faixa etária onde Araxá possa ter 10 mil pessoas, por exemplo. A quantidade de doses não é para atender em um primeiro momento a população toda, mas é uma fração dessa população. Então, a ideia é a cada remessa que vem reserva-se um percentual para essas faixas etárias. O que a gente recomenda é para que cada município procure seguir exatamente o que o Ministério da Saúde determina”, disse Maurício Ferreira.

Ouça a entrevista completa:

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